sábado, 18 de maio de 2013

Teologia da Verdade e Libertação - XIII - AIgreja Tem Salvação

XIII – A Igreja Tem Salvação. Eis o resumo do que escrevi no livro: “A Igreja Tem Salvação?” (24), do Hans Küng: Em princípio discordo do Hans Küng, quando ele discorda do sistema de comando da ICAR e até o condena. O sistema de hierarquia da ICAR é, para mim, o mais perfeito que existe na face da Terra. O processo de eleição do papa é sim o melhor que existe em todos os processos hierárquicos; só votam os cardeais e qualquer católico pode ser eleito: até eu, mas é necessário estar em condições para assumir o cargo e por isso é quase impossível ser eleito um papa, que não seja um dos eleitores. Todo sistema ou comunidade, que ainda não alcançou a plenitude da perfeição, necessita de uma hierarquia, senão vira anarquia. A hierarquia é sim muito importante e necessária para impor ordem e até união entre os membros do próprio sistema. O Hans Küng defende que a escolha do papa tenha uma participação mais democrática e até representação de leigos (“Ativação da Igreja como um todo na escolha do papa (por meio do sínodo dos bispos e de uma representação laica)”. Pág. 233). Discordo, pois para eleger o papa necessita ter muito conhecimento, sabedoria e responsabilidade, e, nenhuma representação laica teria essa condição. Quando pessoas laicas têm realmente condições e sabedoria para participar da escolha de um papa? Muitas pessoas laicas não sabem nem eleger um vereador, que vive ao lado delas; muitos prefeitos, governadores e presidentes são eleitos em função de propagandas enganosas custeadas por grandes fortunas. Quanto mais alto é o grau da disputa maior é o interesse dos demagogos, falsos e gananciosos líderes, e maior também é o valor gasto nas propagandas enganosas dirigidas por marqueteiros sem ética e sem moralidade. O sistema de subida na hierarquia da ICAR é sim muito mais correto e perfeito do que a politicagem dos políticos laicos, pois a escolha deve sim analisar primeiro o indivíduo pelas suas qualidades, ética e honradez, e não só pelo número de votos, que conquistou. O Hans Küng fala em democracia, que é o povo no poder. O sistema democrático é sim uma das formas mais fáceis de enganar e ludibriar o povo para as eleições de prefeitos, governadores e presidentes. A forma de falar que o povo é soberano, que o poder vem do povo e para o povo é só enganação de pessoas gananciosas e sem escrúpulos, que agem como lobos ou aves de rapina na política laica. Os demagogos, em sua maioria, são políticos espertos e até egoístas, em sua ignorância e incompetência, pensam que podem resolver tudo; eles usam de tudo para conquistar o poder e depois fazem de tudo para manter-se no poder. O eleitor é facilmente enganado por um bom demagogo ou bom hipnotizador de massas (do povo), como também por quem possui muito dinheiro para fazer a sua promoção pessoal e até com falsas propagandas! O Hans Küng fala em democracia à luz do Novo Testamento (“Ora, se a visualizarmos, porém, à luz do Novo Testamento, de fato Igreja não é nenhuma ditadura (espiritual)! À luz do Novo Testamento, antes de ser comparada a uma monarquia (domínio de um único), ela teria de sê-lo a uma democracia: o domínio exercido por todo o povo religioso”. Pág. 213). Atos 5,1 a 11 foi democracia? Atos 9,1 a18 foi democracia? Em Atos 6,1 a 7 pode-se ver uma hierarquia sendo constituída! Toda hierarquia necessita ter a última palavra numa só pessoa ou num só SER, pois onde existem duas cabeças já existem duas sentenças. Na hierarquia cósmica este SER é DEUS. O Hans Küng escreveu: “A Igreja tem salvação? Minha esperança é não deixar de acreditar que ela há de sobreviver” (Pág. 289). E a Igreja vai sim sobreviver, disto tenho plena certeza, pois na atual situação do Planeta Terra só a estrutura de uma hierarquia criada durante séculos de experiências e vivências da ICAR tem condições e sabedoria de mostrar para todos a solução, que é tanto esperada por todos: “Salvar o Planeta Terra, que é sim a inversão do caso bíblico da Torre de Babel, pois Deus, que é bom e perfeito, veio para unir todos os seres humanos numa administração centralizada do Planeta”. Quem está à frente deste trabalho no Plano Invisível é o próprio Espírito de Deus e no plano físico é aquele que foi aprovado por Deus e não por estruturas humanas. O trabalho em torno da união planetária já foi iniciado há algumas décadas, mas não tem data para terminar. É por causa de teólogos, como o Hans Küng, que a Igreja tem salvação, pois mesmo discordando da hierarquia, eles não abandonam o barco como outros, que o fizeram e fazem de tudo para afundar o barco. Estes, após adquirirem muito conhecimento no seio da ICAR, ficaram ou ficam livres para cuidar de um grupo de bajuladores, que ignoram o assunto, no qual eles são doutores. Bom, como o papa Pio XII morreu em 1958 e eu era um desconhecido seminarista, que estava na 1ª série do ginásio, então nada do Papa Pio XII me marcou. Já o Papa João XXIII muito me marcou pelo nome e pelas atitudes tomadas em relação às reformas para a ICAR. Ouvi de meus professores, que o João XXIII, que era um cardeal já idoso, tinha sido eleito para ter um papa com mandato tampão, pois o forte candidato era sim o futuro papa Paulo VI, mas este ainda não era cardeal. Agora as reformas do papa João XXIII foram tão profundas e boas para a ICAR, pois o povo passou a compreender o que era dito nos altares. As reformas são necessárias para a ICAR e devem ser adequadas ao tempo e ao momento da evolução da humanidade, do Planeta e do Cosmo (ou do Universo). Só o Pai sabe as horas certas e, quando estas chegam as reformas acontecem: veja o caso do papa João XXIII. Os reformadores nunca podem esquecer-se dos ensinamentos de Jesus em prol de qualquer outro interesse. Os líderes religiosos dificilmente aceitam fazer reformas, pois temem perder o perder. Por meio do poder e da bajulação do poder os líderes religiosos impõem a vontade deles, mesmo que não seja a melhor decisão a ser tomada para o momento. Toda reforma que vem de baixo é sempre perigosa, pois já falhou no princípio ético do respeito e obediência ao superior! Para mim, o principal ponto para conseguir a melhor reforma interna e externa da Igreja é o trabalho em torno da Verdade e é por isso que já lancei este sobrenome para a Teologia, pois a Verdade liberta (João 8,32 e 16,12 a 15). A Verdade só será compreendida e entendida por meio de um grande conhecimento e também do autoconhecimento O verdadeiro processo da libertação individual acontece pelo conhecimento geral de tudo e pelo autoconhecimento. O conhecimento e o autoconhecimento ajudam aos seres humanos a avançar ou evoluir, mas terão que caminharem de mãos dadas; um, o conhecimento, tem suas bases na razão, na Ciência e na história. O outro, o autoconhecimento, por sua vez tem suas bases nas revelações realizadas pela Espiritualidade e na compreensão da própria Vida e da vivência dos fatos, pois só pelo autoconhecimento cada um pode descobrir quem ele realmente é e assim compreender sua identidade humano e cósmica. Hans Küng. Jesus foi pregado na cruz porque defendeu o Bem, o Amor e a Verdade. A liberdade só vem ou só acontece por meio do Amor e da Verdade (Jo 8,32). Os estudos teológicos dos católicos têm que serem completamente modificados. O grande drama da Teologia da Igreja é o sacrifício da cruz, quando Jesus redimiu a humanidade pelo sangue derramado na cruz. Esse drama ou erro fez surgir muitos outros, que foram transformados em dogmas irracionais, mas indiscutíveis. A Teologia da Igreja é sim uma Teologia baseada em mistérios e não mostra a própria bondade e perfeição de Deus. Qual ser perfeito só perdoaria as ofensas de desobediência depois de ver sangue derramado na cruz? Qual ser bom e perfeito daria um castigo tão grande e perverso com muito sofrimento e dor por uma simples desobediência? (Gn 3). Todo diálogo tem que buscar o melhor para o presente e assim está construindo melhorias para o futuro. Todo trabalho teológico tem que buscar um esclarecimento da Teologia e eliminar as ideias confusas, sofistas e misteriosas dos teólogos do passado. No meu ponto de vista os teólogos cristãos e principalmente os católicos têm uma complexa barreira para compreender e entender a perfeição, bondade e humildade de Deus, que dirige tudo, mas que também respeita plenamente a liberdade de todos. Essa barreira está sedimentada no ensino da heterorredenção, que foi feita por Jesus por intermédio do sangue derramado na cruz. A cruz representa sofrimento, desespero, angústia e não o perdão e a compreensão com a plenitude do amor. Como conciliar a perfeição e bondade infinitas de Deus com a condição do perdão ou resgate só por meio do sangue derramado na cruz? Quando risquei o nome romano da minha Religião pude compreender o labirinto criado pelos líderes do cristianismo logo que a Religião Católica foi transformada ou elevada para ser a Religião Oficial do Império Romano (a ICAR). Eu só passei a me conhecer, após aceitar a verdade da reencarnação no dia 05/01/1980, quando já tinha 34 anos. Já o teólogo Hans Küng, quando tinha 34 anos, já era um perito do Concílio do Vaticano II em 1962. Após aceitar a verdade da reencarnação, as portas para que eu pudesse entrar no meu Eu Profundo foram abertas. Em Agosto de 1982 durante uma participação numa missa dominical na Igreja de Santa Teresa eu recebi a revelação da minha vida passada no 1º século da Era Cristã. Por meio desta revelação entendi que tinha nascido do alto (João 3,3 e 7), pois tinha descido do céu (João 3,13) e assim pude me preparar para receber a sintonia perfeita do Espírito de Deus, que aconteceu no ano de 1984. Isso sim me deu coragem e ânimo para enfrentar a tudo e a todos. E aqui estou por enquanto sozinho, no plano físico, na árdua tarefa de ajudar a Igreja a encontrar o caminho da Verdade e a humanidade a encontrar a solução para salvar o Planeta por meio da união de todos e da Paz Plena. No ano de 1983, em Agosto, recebi uma revelação explicativa do dogma do Mistério da Santíssima Trindade, pois Deus é Uno (Dt 6,4) e não trino. Em 1984 recebi a chave para decodificar e compreender profundamente a Bíblia, inclusive o “erro” de interpretação para o sacrifício da cruz, pois Jesus foi condenado à morte pelos líderes do Sinédrio Judeu como herege, mas os membros do mesmo não queria que Jesus morresse pelo apedrejamento, que seria por divergência de princípios religiosos, e sim pela cruz, pois a morte na cruz seria considerada como uma revolta contra Roma. E aqui estou para ensinar o que já aprendi. Então agi corretamente quando risquei o nome romano da minha religião no início da década de “80”. (“Configurou-se assim, na Igreja Católica dos séculos XIX e XX, um tradicionalismo ou fundamentalismo tipicamente católico-romano”. Pág. 62/63). Concordo que a tradição tem que ser estudada, analisada e muito bem compreendida, pois todos nós estamos evoluindo cada vez mais e cada um tem que conhecer o caminho, que já trilhou e assim adquirir o autoconhecimento; isto é: saber quem realmente é. Eu Sou Aquele Que Sou. Qual é a sua Teologia, teólogo Hans Küng? Até aqui não vi nenhuma Teologia neste livro, mas apenas pensamentos bem humanos, que buscam uma explicação para compreender a história da Igreja e no momento presente uma forma para indicar um bom caminho para o futuro (“Eu repito: não sou juiz, e sim teólogo”. Pág. 61). Cuidado com a fé, que cega o crente e não o deixa compreender a Verdade, que liberta (Jo 8,32). (“Essa comunidade de fé é a verdadeira Igreja, e evidentemente que dela não excluo papas, cardeais, bispos e prelados de toda espécie, como não excluo encarregados oficiais de outras Igrejas”. Pág. 71). Cuidado Hans Küng! Aborto nunca foi, é ou será uma reforma séria! É sim uma enganação das trevas! O aborto é sim um crime vil! Agora Jesus condenou o pecado, mas sempre amou e perdoou ao pecador. O pecado não pode ser institucionalizado por leis civis e principalmente por leis religiosas (“Incontáveis homens e mulheres põem-se à disposição de jovens e velhos, a serviço dos pobres, enfermos, recém-nascidos e mulheres que fizeram aborto”. Pág. 70). Hans Küng, o aborto sempre será um crime perante as leis espirituais e cósmicas (“Isso veio à tona na questão do aborto, quando ambos os papas se contrapuseram à vontade popular”. Pág. 150). O aborto sempre será um crime perante a perfeição, pois a liberdade de um não pode eliminar ou matar a liberdade do outro, principalmente quando o outro for um ser tão desprovido de todo tipo de proteção e por isso Deus preparou para ele um lugar tão secreto, que é o ventre de uma mãe. O aborto é sim um fruto de um trabalho trevoso, mas os frutos do mesmo irão eliminar os trevosos da face da Terra e do próprio Planeta Terra. É a lei da ação e reação ou do dente por dente e olho por olho, quem aborta será abortado e quem cria a lei do aborto não merece receber um novo ventre para aqui renascer e terá que ir para mundos, que estão em níveis inferiores na escala evolutiva do amor e da perfeição. O aborto é coisa dos homens! O divórcio é coisa dos homens! O celibato é coisa dos homens! A exclusão das mulheres do sacramento da Ordem é coisa dos homens! O homossexualismo é coisa dos homens! (“Afasta-te de mim, Satanás! Tu me serves de pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas as dos homens” (Mt 16,23). Pág. 208). Jesus não condenou a mulher adúltera, mas deu o remédio: “Não peques mais” (João 8,11). A Igreja não pode aceitar a legalização do aborto e da homossexualidade. Concordo com os casamentos entre pessoas de diferentes confissões. Concordo com as celebrações da Santa Ceia com pastores protestantes. Concordo com o ensino religioso ecumênico. Concordo com a liberdade de vida. No final do capítulo III – “O germe de uma doença crônica”, escrevi: Eu já até digo diferente, pois em tudo o que vou analisando, aprendendo aqui, ali e acolá, recebendo revelações e analisando todas as revelações, incluindo as recebidos por outros, a Verdade nua e crua chama-se Evolução de cada espírito e ou também a Evolução Coletiva Planetária. Martinho Lutero deu um passo importante, mas voltou-se no tempo com o primado das Escrituras: a letra mata e o espírito vivifica. Martinho Lutero retirou alguns livros da Bíblia Católica e, em função desta retirada, todas as egrégoras, que já foram e serão criadas seguindo a linha iniciada por ele não poderão chegar à verdade com relação à identidade cósmica de muitas entidades ou espíritos. Allan Kardec deu outro grande avanço no processo evolutivo do conhecimento para o entendimento da Espiritualidade por meio do estudo sobre os espíritos, que passei a chamar de Espiritologia. A egrégora kardecista não consegue chegar à Verdade Plena (Jo 16,13) porque Kardec, que desvendou o enigma da Espiritualidade, desconsiderou algumas verdades bíblicas e muitos kardecistas pensam que quase tudo na Bíblia é pura mitologia ou plagio de outras cosmogonia. Agora chegou o tempo da união de todos com o auxílio da Verdade, que liberta e conduz ao autoconhecimento. A Verdade só poderá ser conquistada por meio da união e soma perfeita das revelações bíblicas, que vieram por meio de Moisés e de Jesus, complementadas pelas revelações espirituais contidas na Codificação Kardequiana. A “soberania dos povos” irá acabar no Planeta Terra, pois os direitos do indivíduo, como também os deveres e culpas do indivíduo não podem ser diferentes em qualquer lugar do Planeta. Um ato de um indivíduo não pode ser considerado como heroísmo por um povo e como criminoso por outro. Direitos e deveres terão de serem iguais em todo o Planeta Terra. Hans Küng. Quem realmente dirige e controla o processo evolutivo é a Espiritualidade, que você chama de Espírito Santo. Na Espiritualidade também existe uma hierarquia e há muitas disputas entre os membros nas hierarquias de cada egrégora e também entre as diferentes hierarquias das egrégoras. Cada espírito desencarnado busca sempre a manutenção do seu poder já conquistado, criando para isso, se necessário for até novas religiões por meio de falsos profetas, sendo ele um falso Cristo (Mt 24,24). Todo espírito que decidiu ou decidi criar uma nova religião está sim agindo de uma forma contrária a Deus, pois Deus quer o bem e a harmonia entre todos e com novas religiões só aconteceram e acontecem mais desarmonias. Por isso é necessário muito estudo para ter discernimento, entendimento e conhecimento, como também buscar o autoconhecimento e se dispor para receber e acatar revelações da Espiritualidade. Interessante, pois aqui para defender o fim do celibato se usa do Evangelho e na hora do divórcio o esquece (“Havia ali uma nova exortação ao celibato, desprovida de qualquer relação com o Evangelho, e também por invocação do mesmo Evangelho, a defesa de uma lei que reprimia a liberdade”. Pág. 176). Hans Küng. É preciso conhecimento, entendimento e compreensão para conquistar a sabedoria. Todo sábio é também humilde, mas deverá sempre defender a Verdade. Para mim, fazer uma comparação da ICAR com o Kremlin é sim uma demonstração de uma imensa incapacidade analítica e sintética para discernir e compreender a Verdade. E o Hans Küng está fazendo isso! (“Seria possível suceder com o Vaticano e com a Igreja Católica algo semelhante ao que se verificou com o Kremlin e com o Partido comunista da União soviética? Não faz muito tempo ouvi essa pergunta na Itália, de um católico perspicaz, observador dos acontecimentos de nosso tempo”. Pág. 225). Cuidado com o assunto da “moral” (moral vem de “mores” = costume). A “moral” muda, os costumes mudam, mas nem tudo muda para ser o melhor e o mais puro. A doutrina sobre pecado original foi fruto de uma forma não correta de interpretação sobre o que o São Paulo escreveu correlacionando os sacrifícios do AT com o de Jesus, que recebeu plena aprovação do Santo Agostinho, pois os pecados não eram resultados de erros dele, mas do primeiro casal Adão e Eva. Santo Agostinho não soube compreender a visão de Paulo sobre a desobediência de Adão e Eva e a salvação por intermédio do sacrifício de Jesus (Rm 5, 12 a 21) e por isso apoio a doutrina do pecado original. Agostinho foi sim um devasso até se converter ao cristianismo (catolicismo), e, como não assumiu os próprios erros da juventude e mocidade, então jogou a culpa no pobre e até ignorante casal Adão e Eva. Agostinho, que desencarnou em 430, nasceu em 354 e foi batizado em 387, então com 33 anos. Ele foi bastante mundano, devasso mesmo, antes da conversão e, ao invés de reconhecer os próprios erros com relação ao sexo jogou a culpa em Adão e no pecado original. Ele então passou a defender o sexo só para a reprodução. Foi nesse homem que o papa Paulo VI se inspirou em 1968 para condenar a pílula. Que absurdo! Ver pág. 146 de “Em Plena Liberdade”. (26/09/2012). (“o papa Paulo VI publicou a sua encíclica Humanae Vitae, que, seguindo a orientação instaurada pelo mestre da Igreja Agostinho, vinculava a sexualidade apenas à reprodução”. Pág. 144). Escrito na página 146 do livro “Em Plena Liberdade” (19), do Frei Bernardino Leers: Que absurdo ler isso aqui: “Confrontando com o problema da regulação da natalidade e seus métodos, teólogo há de seguir o exemplo da Igreja, mãe e Mestra, e aceitar sua responsabilidade de pregar a cruz aos fiéis, e de aliviar essa cruz, onde for possível, perante Deus, o Pai de misericórdia” (Pág. 146). Por este texto fica claro que o teólogo ainda desconhece completamente quem é Deus, que é perfeito, bom, sábio, humilde e respeita a liberdade de todos, mas está sempre na direção de todo o processo evolutivo cósmico e também do Planeta. De tempos em tempos o Espírito de Deus intervém diretamente no mundo corporal, mas sempre espera que o profeta já esteja preparado para o específico momento planetário e ou cósmico. Sobre a pílula ou qualquer outro método para evitar a gravidez, que seja utilizado pelos cônjuges, digo que quem deve tomar a iniciativa são eles mesmos. Está escrito em João 3,11: “Em verdade, em verdade, te digo: falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos, porém não aceiteis o nosso testemunho”. Então os teólogos, que são obrigados a serem celibatários nada sabem de verdade sobre a vida conjugal, sobre o amor sexual entre os cônjuges e sobre as dificuldades vividas pelos cônjuges, seja por um cônjuge ou pelos dois. Falar sobre problemas da vida a dois por quem não vive o problema é muito fácil, como também é fácil falar dos problemas, que outros estão vivendo, mas só se pode dar bons conselhos e eficientes orientações quando já se viveu os mesmos problemas ou as mesmas dificuldades. Além dos problemas na vida entre os cônjuges, pois um deve amar e compreender bem o outro, que deve ser plenamente respeitado, existe o relacionamento com e entre os filhos. Eu fui educado a não evitar filhos pelos métodos anticoncepcionais e que só continência era aceita sem ser pecaminosa. No dia do meu casamento (18/07/1970), que foi em Governador Valadares e num sábado. Eu saí de Belo Horizonte à noite, juntamente com os meus irmãos Geraldo e frei Basílio. Chegamos pelas 6,00 da manhã a Governador Valadares. Quando encontrei a minha noiva, ela me revelou, em segredo: “Estou tomando pílula!”. Levei um susto secreto e nada comentei, apenas falei: OK. Logo em seguida veio um belo pensamento à minha mente: “Deus só quer o bem de todos e que os cônjuges convivam com muito amor, então aceita, com tranquilidade e amor, a decisão de sua noiva”. Aceitei, entendi e fiquei feliz. Com ela tive a minha primeira relação sexual. Casei virgem e a primeira experiência sexual com amor, fidelidade e liberdade é algo indescritível de bom e de prazer. O teólogo católico não tem conhecimento do relacionamento conjugal amoroso e perfeito e nem dos dramas vividos pelos pais familiares. Tive outro grave problema familiar, pois minha esposa não combinava com a nossa 2ª filha e foi por causa deste drama que aceitei a verdade da reencarnação no dia 05/01/1980, após ouvir uma explicação lógica e racional do meu irmão Antonino, que já era reencarnacionista, mas houve também uma intervenção espiritual à noite no meu lar. A explicação do Antonino foi bem à frente da Igreja de Santa Teresa, quando paramos na Praça Duque de Caxias, antes de chegarmos ao meu lar na Rua Tenente Vitorino, 146. Foi nesta mesma Igreja, que recebi a revelação em Agosto de 1982, durante a celebração de uma missa dominical, da minha vida passada na época de Jesus... (20/09/2012). É preciso ter muita liberdade, mas cuidado com a libertinagem e irresponsabilidade. Neste versículo já vejo é a condenação de ter mais de uma mulher e não como está expondo o Hans Küng. (“Segundo a Primeira Epístola a Timóteo, “o epíscopo seja irrepreensível, esposo de uma única (não de nenhuma!) mulher” (3,2)”. Pág. 260/1). A minha resposta é que a vida humana não é um sistema padronizado, mas já é sim um inocente ser vivo, então pode ou não existir a alma ou o espírito. (“A pergunta crucial é: o homem individual, como pessoa provida de alma, existe já a partir da fusão químico-biológica de células de óvulo e espermatozoide (ou seja, na nidação), ou passa a existir apenas em um momento posterior, que talvez não possa se matematicamente determinado?”). Cuidado com estes raciocínios! Semente carvalho são coisas materiais ou é um processo normal da vida na mãe natureza. Embrião, óvulo, espermatozoide, feto e corpo humano também são coisas da vida na mãe natureza. Agora em cada SER vivo existe sim um Espírito encarnado em evolução. Todo Espírito é criado simples e ignorante e em sua caminhada evolutiva ele passa pelo reino mineral, vegetal, animal, hominal e até angelical, que é um novo reino que está surgindo no Planeta Terra, que está sendo transformado em Céu. Todo óvulo fertilizado no corpo de uma mulher ou num laboratório irá sim receber um Espírito, que está em sua caminhada evolutiva. E, como semelhante atrai semelhante, então em laboratórios, os óvulos fertilizados recebem espíritos de cientistas, que podem ou não ficarem naqueles estados embrionários por um longo período... Tudo irá depender do processo específico da evolução do Espírito, que teve de iniciar a encarnação naquele óvulo, que se tornou um embrião e que talvez seja eliminado no estado de embrião. A ciência materialista nunca irá conseguir provar isso. Essa comprovação irá sim ser conseguida quando a Ciência for também espiritualizada. (“Fica a pergunta: desde quando a teologia católica conhece uma concentração forçada como o ponto inicial da vida humana”. Pág. 274). O dogma da imaculada concepção de Maria está correto, pois muitos espíritos (re)encarnam sem nenhum carma ou pecado. Essa é a grande verdade. Muitos espíritos reencarnaram sem nenhum carma (e então também sem o sofisma do pecado original) em toda a história da humanidade. Cito como exemplos conhecidos: José do Egito, Isaías, Daniel, Maria de Nazaré, Jesus, Francisco de Assis, Clara de Assis, Irmã Dulce da Bahia, Madre Teresa de Calcutá, Francisco Cândido Xavier e muitos outros. (“Não existe a menor duvida de que para o elaborarão de tão refinada teoria a discussão sobre o dogma da “imaculada concepção de Maria”, de 1854, sob Pio IX, teria desempenhado um papel decisivo”. Pág. 274). No início de 1980 risquei o nome romano da minha religião e depois comecei a pensar na inversão do nome de Roma, que dá AMOR. Inicialmente foi uma pura coincidência, mas depois comecei a inverter alguns ensinamentos bíblicos e católicos, quando comecei a descobrir grandes verdades guardadas secretamente. Cito aqui o caso da Torre de Babel (Gn 11,1 a 9): separação e divisão, inversão dá UNIÃO; procissão de ramos, invertida dá SOMAR. E assim o labirinto da história da vida foi sendo compreendido e esclarecido para mim. É lógico, que fui tendo o auxílio e orientação de muitos espíritos, inclusive do Espírito de Deus (“Em razão de sua socialização e “curialização” religiosas, trata-se de personalidades que já não são capazes de reconhecer o quanto a Igreja se encontra enferma no seio do próprio sistema romano”. Pág. 277). O que realmente é essa Cúria, que não abre não de nada? Acabei de ler este livro. Como conclusão final eu digo: Ainda falta ao Hans Küng uma importante coisa: A VERDADE. Ele e qualquer um que quiser partir em busca da VERDADE deve sim entender-se bem, viver bem, conviver bem com todos. Depois de ter lido este livro e pensar a respeito de tudo o que vivi até 1980 e após Janeiro de 1980, digo que realmente a Espiritualidade dirige tudo. Todos os passos dos seres humanos são controlados, analisados ou até mesmo seguidos por espíritos. Os espíritos também estão caminhando em busca do entendimento, da sabedoria, da Verdade e da Perfeição Total. No caso do Planeta Terra existe a Espiritualidade ligada ao Planeta Terra e esta Espiritualidade é em sua maioria ainda bem atrasada no aspecto do AMOR VERDADEIRO e da VERDADE ABSOLUTA. E assim cada egrégora possui um objetivo comum e também cada espírito ainda possui objetivos individuais e bem secretos. Quando um espírito, antes de reencarnar, toma uma decisão muito importante, que envolverá a todos, para ser realizada no plano físico, ele então reencarna com a proteção e orientação do Espírito líder do Planeta. E quando chega a hora certa o Espírito líder do Planeta entrega a proteção, direção e orientação ao próprio Espírito de Deus. E assim pode-se dizer que quando um Espírito fala, utilizando-se dum médium: “Pai, em vossas mãos entrego o meu Espírito”, ele está entregando ao Pai o comando do processo. Foi isso que aconteceu comigo no dia 11/01/1980, quando Jesus, utilizando-se da minha mediunidade, falou, logo após eu ter entrado para o meu quarto ali pelas 20,00 horas, após ter posto a Bíblia no chão e deitado de braços com a testa sobre a Bíblia. Entrei para o quarto orientado fisicamente pelo meu irmão Antonino, quando ele veio com uma Bíblia na mão e me disse: “Rosário, como você gosta de ler a Bíblia, então entra para o seu quarto e ora em segredo a Deus”. (Mt 6,6).

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