segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Evolução ou Teologia da Evolução - Artigos publicados no jornal O TEMPO.

Todos os seres foram criados simples e ignorantes e todos estão em busca do conhecimento, da bondade, da sabedoria e da perfeição. Eis todos os meus artigos, que foram publicados ou não pelo jornal O TEMPO, onde falei e defendi a evolução: 

28 - KARDEC e DARWIN (Não Publicado) Parabéns para o José Reis Chaves pela importante coluna do dia 13/01/2003. Ele foi muito feliz em escrever: “Darwin foi um dos grandes cientistas da evolução da vida material, e Kardec o foi da evolução da vida do espírito na matéria e fora da matéria”. Precisamos realmente aprender de e sobre tudo. No processo do nosso aprendizado temos que ter uma mente humilde, sábia e livre dos princípios dogmáticos, que bitolam até a nossa capacidade de pensar. No século XIX existiram grandes cientistas e pensadores que expuseram livremente suas descobertas, pois já estavam livres do perigo da fogueira da inquisição. Kardec foi o mais importante e Darwin o segundo. O trabalho do Kardec foi mais difícil porque ele buscou a comprovação da existência e da evolução do espírito. O espírito pode existir sem a matéria e isso se torna muito difícil o estudo e a compreensão, principalmente para os cientistas que negam a existência do espírito. Darwin teve um trabalho mais fácil porque buscou a evolução biológica do corpo e só estudando a existência física, que se pode comprovar com as pesquisas arqueológicas. O sábio escritor francês, o teólogo e padre François Brune, com o livro “Os Mortos nos Falam” está fazendo a comprovação de tudo o que Kardec já estudou e demonstrou na codificação do espiritismo. Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG. Belo Horizonte, 15/01/2003. 

48 - Reencarnação e redenção - Publicado em 02/12/2003. Parabéns ao colunista José Reis Chaves pelo artigo de 03/11/2003, no qual tira o véu de muitos ensinamentos infantis, tidos como verdades dogmáticas e nos deixa livres para irmos em busca da sabedoria para que possamos entender a verdade. Temos que ser corajosos e eliminar da nossa vida os ensinamentos infantis e bitoladores da nossa liberdade de pensar. Temos que pensar no que já foi pensado e ensinado, buscando a compreensão da verdade que liberta. Deus nos criou por amor, mas a conquista da sabedoria e harmonia com e de tudo depende do nosso eterno esforço. Só alcançaremos a perfeição perdoando sempre e vivendo o amor, com amor e pelo amor fiel e confiante. Nunca poderia ser ensinado pelos biblicistas e teólogos que Deus para perdoar ao gênero humano exigiu a crucificação do Mestre Jesus. O sangue derramado de Jesus foi fruto do orgulho, inveja e medo de perder o poder dos líderes religiosos, o mesmo que aconteceu com milhares de profetas, que vieram mostrar e falar sobre os terríveis crimes da famigerada Inquisição, instituída pela ala trevosa da Igreja Católica Apostólica Romana. A missão de Jesus está fundamentada nos ensinamentos que ele nos deixou, principalmente a prática do perdão, do amor e da fidelidade plena em todos os sentidos. Só pela aceitação e compreensão da reencarnação torna-se possível entender atitudes tão contraditórias dos seres humanos. Hoje os defensores da vida única, como o Padre Quevedo, sempre querem impor princípios antievangélicos, defendendo à radical e tirânica posição de Roma. Durante uns 15 séculos, do século IV até ao XVIII, a maioria dos papas tiveram atitudes anticristãs, pois fizeram tudo ao contrário dos ensinamentos do humilde e sábio Mestre Jesus. Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG. B. Hte. 10/11/2003. 

64 - Ressurreição de Todos - Publicado em 16/05/2004. Muito obrigado ao colunista Reis Chaves e ao teólogo Pe. José Cândido da Silva pelos artigos “Ressurreição de todos” publicados nos dias 26 e 28/04/2004, pois me permitiram comentar um pouco sobre o esclarecimento e a divulgação da Verdade. Não vou perder tempo para discutir sobre palavras gregas, pois não sou grego e nem troiano, mas quero ajudar a todos a viverem e conviverem bem como seres humanos e em plena paz. Está escrito: “..e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8,32). Para sermos livres temos que nos libertar dos dogmas, que bitolam a nossa liberdade até de pensar. Irmão Jethro, a verdadeira religião é aquela que explica tudo e não fica aprisionada em dogmas irracionais (vide artigo de 24/04/2004). Hoje defino dogmas como a forma que arranjaram aqueles que mandavam e sabiam menos imporem suas vontades com total apoio dos bajuladores dos detentores do poder. Jesus confiou plenamente em Deus e por isso teve a grande vitória na ressurreição e ascensão, abrindo caminho para todos nós e podendo depois agir como fez no Pentecostes e na conversão de Saulo. Nestes dois acontecimentos os discípulos foram batizados no fogo e pelo Espírito Santo. Aqui está o grande segredo da vitória de Jesus e só entenderá isso quem foi ou for batizado no fogo e no Espírito. Gostaria de perguntar ao Padre José Cândido por que não me respondeu nem uma palavra sobre uma apostila com 14 cartas e 2 trabalhos, que entreguei a ele e ao Cardeal Dom Serafim em setembro de 1998? Por que será que não recebi nenhuma resposta dos 8 cardeais brasileiros sobre uma apostila com 44 cartas escritas para teólogos, que enviei para eles em abril de 2001? Aprendi no catecismo que não podemos ser omissos. Será que os membros da Hierarquia da Igreja temem um diálogo sincero, honesto e franco sobre a Verdade? Numa confissão individual, em 1987, após ter revelado para o padre que aceitei a reencarnação em janeiro de 1980 e comentado sobre tudo o que estava fazendo, ele me deu este conselho: “Continue em suas buscas e pesquisas para você ter idéias claras, pois o Igreja não sabe o que ensina para a gente!”. Num diálogo com um Bispo em 1988, após relatar algumas experiências vividas por mim, ele me respondeu assim: “Não entendo disto, não quero entender e não tenho mais tempo de conversar com você!”. A base da minha disposição e ânimo em escrever para padres, bispos, cardeais e até para o Papa é porque vivi e vivo experiências místicas semelhantes às dos profetas bíblicos, mas isso os teólogos não querem nem ouvir e a psiquiatria me considerou como esquizofrênico. Foi difícil me livrar da pexa de doente mental, mas já venci esta etapa da minha vida. Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG. Belo Horizonte, 29/04/2004 

105 - Criação e evolução - Publicado em 17/05/2005. Parabéns ao ecohistoriador e professor Arthur Soffiati pelo artigo: “Evolucionismo, criacionismo e desenho inteligente” de 11/05/2005, pois só iremos aprendendo cada vez mais quando temos a liberdade de pensar e coragem para usar de toda a nossa capacidade mental. Há alguns anos um testemunha de Jeová emprestou-me um livro para ler: “A Vida – Qual a sua Origem? A Evolução ou a Criação?”. Os autores deste livro negam por convicção a evolução e defendem a criação, mas no próprio livro está apresentada a tese da evolução. O professor Arthur Soffiati nega a criação. Eu defendo que tudo se evolui depois de ter sido criado, então existe criação e evolução. Nunca podemos negar algo só porque não temos conhecimento do assunto. Deus, o criador incriado, iniciou a criação, sendo assim o primeiro criador. Todo ser criado também pode se transformar em criador, surgindo assim os falsos deuses e Deus sempre respeita plenamente a liberdade de todos. A fórmula evolutiva de Darwin: “Sobrevive o mais apto” foi substituída por Teilhard de Chardin, um teólogo evolucionista, pela fórmula: “Sobrevive o meais complexo”. Eu defendo que “sobrevive o mais sábio e o mais forte”, pois um sábio forte nunca irá destruir ninguém, mas sempre será respeitado ou até temido pelos mais fracos, pois estes temem a derrota e o sábio forte sobreviverá. Rosário Américo de Resende. Belo Horizonte, 16/05/2005. 

106 - Evolução cósmica - Publicado em 24/05/2005. Parabéns ao jornal O TEMPO pela fantástica entrevista com o senhor Luiz Gonzaga Scortecci de Paula no dia 17/05/2005: “Transição planetária segundo os ETs”. Realmente existem muitas transferências de seres pensantes entre os diversos sistemas planetários do cosmo. O objetivo primordial de cada ser é a sua evolução ou a conquista da perfeição. Quando um aprende ele procura ensinar aos outros e ai toda a comunidade vai se harmonizando, permitindo assim a evolução e a convivência pacífica entre todos os sistemas de vida no cosmo e o planeta terra é um desses sistemas. Muitos dos atuais habitantes da terra iniciaram suas caminhadas evolutivas em outras galáxias e por causa da evolução do cosmo hoje eles estão aqui. Só consegui a minha libertação mental quando descobri quem sou, de onde vim, para o quê estou aqui e para onde irei. Perdi o medo de tudo e passei a viver realmente livre. A nossa constituição física está passando por importantes transformações e muitas experiências já vividas por alguns seres dificilmente serão aceitas pelo atual estágio das nossas ciências e até por nossas atuais religiões, que ainda se escondem na ignorância da fé, no labirinto dos milagres e mistérios. Como prova do que estou escrevendo digo que no dia 02/02/1991, após fazer um envolvente trabalho mental com o objetivo de por um fim na Guerra do Golfo, recebi um fulminante ataque do plano astral e tive uma parada de coração por várias horas, mas caminhei, dirigi carro e alimentei com líquidos. No exato momento só contei a experiência para a minha esposa, pois decidi que tudo teria que ficar em segredo e não queria ser cobaia da medicina. Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG. Belo Horizonte, 19/05/2005. 

114 - Trindade revelada - publicado em 02/08/2005. Parabéns ao colunista José Reis Chaves pelo artigo: “O erro trinitário” de 11/07/2005. Eu não considero o dogma da Santíssima Trindade como um erro, mas como sendo a fórmula arranjada por aqueles que mandavam e sabiam menos imporem a vontade deles, e também por causa da ignorância da humanidade. A imposição deste e dos outros dogmas é a prova da ignorância da liderança religiosa, já que não sabiam como explicar este ou aquele assunto impuseram goela abaixo os dogmas e quem não os aceitasse corria o risco da excomunhão ou até mesmo da condenação à morte na fogueira. E ainda se diziam serem cristãos! Em 24/08/1983 recebi uma mensagem explicando o mistério da Santíssima Trindade, que veio esclarecer para mim todas as correntes filosóficas e teológicas sobre Deus, como o monoteísmo, o monismo, o panteísmo, o politeísmo, o dualismo e a evolução, que mostra a salvação para todos. Como consegui unir o estudo religioso como o matemático, ficou fácil desvendar o mistério da trindade para Deus: Deus-Pai, Deus-Filho e Deus Espírito Santo, três pessoas e um só Deus. Essa visão de Deus é o conjunto cósmico, no qual tudo está contido e cada elemento é uma parte ou partícula desse imenso conjunto cósmico. Dividindo esse conjunto em três subconjuntos, temos: Deus-Pai, um conjunto de um só elemento, o Espírito incriado, o qual chamo de Deus-Pai-Mãe; Deus-Filho, o segundo conjunto que contém tudo o que foi criado e está no reino material e Deus Espírito Santo, o terceiro conjunto que contém tudo o que foi criado e está no reino espiritual ou no plano invisível. Temos que libertar a nossa mente e avançar no entendimento de tudo e só assim iremos compreender a Verdade Absoluta. Rosário A. R. Ex-professor da UFMG. BH. 12/07/2005. 

146 - Evolução (“Dogmas”: pró e contra) - publicado em 11/08/2006. Parabéns ao leitor Plínio Lins Brandão pelo artigo: “Dogmas”, de 10/08, e também digo que nada já foi exaustivamente esclarecido. O que houve há séculos foi um terrorismo religioso, pois se alguém falasse que pensava diferente das lideranças religiosas era rapidamente preso, torturado e ou até queimado vivo. Quando um exército católico conquistava um povo pagão, os derrotados tinham o direito da escolha: ‘aceitar o batismo cristão ou morrer. Para mim dogma foi a forma encontrada para que aquele, que mandava e sabia menos, poder impor a vontade dele como se fosse a verdade. Ouvi de um padre jesuíta duas fantásticas frases: ‘O Deus de muitos cristãos não é cristão’ e ‘o medo de pensar no já pensado’. Aqueles que aceitam a desculpa ou explicação em torno do mistério são realmente acomodados e até incapacitados de aprenderem mais, e reagem, às vezes até com fúria, quando falamos nas explicações dos mistérios com muita racionalidade e até simplicidade. O segredo é aceitar e estudar a evolução, compreendendo assim que Deus respeita plenamente a nossa liberdade e até de errar, agindo contra a vida, o amor e a felicidade. RAR. Belo Horizonte, 10/08/2006. 

201 - Evolução ou Nova Era? - publicado em 05/07/2008. O universo teve início, que está perdido nas poeiras do tempo, e nunca terá fim, pois o futuro nunca chegará: é algo infinito. Para entender isso melhor, vamos analisar a evolução do conhecimento. Os seres humanos sempre aprendem com os seus antecessores e vão aprimorando o próprio conhecimento. As situações de instabilidade, de caos, de probabilidade e do não-equilíbrio são causadas pela falta de sabedoria. No universo tudo tende para o equilíbrio dentro do dualismo da criação. Uma balança perfeita é a que pesa correto ou quando os seus dois pratos estão equilibrados e o marcador tem que estar no centro. Grandes pensadores, que ainda não possuíam idéias claras e perfeitas, utilizaram da perfeição da matemática pura para complicar as idéias com sofismas filosóficos; como duas retas paralelas se encontram no infinito ou utilizam da equação da reta para negar a existência da própria reta. Quem defende o caos como a origem da criação e da vida ainda está longe da compreensão da verdade. Deus iniciou a criação, que nunca mais terá fim. O que poderá ter fim são partes da matéria ou mesmo do universo por um processo originado de seres não perfeitos. Um manvântara, idéia oriental de um ciclo da criação, é equivalente a 311.040 trilhões de anos e um dia de Brahmã, um ciclo menor, possui 432 bilhões de anos e representa a expiração e aspiração de Brahmã de tudo o que existe. O dia de Brahma, que é um buraco negro, não acontece com todo o Cosmo, mas com parte do mesmo e aí temos uma prova que as religiões já sabiam de uma forma não concisa da existência dos “Buracos Negros” na imensidão do Cosmo. Toda sociedade, que ainda não é perfeita, é dirigida por um sistema de hierarquia, que é representada por uma pirâmide. No posto mais alto só existe um ser, que sempre terá a última palavra. No Cosmo esse ser é Deus e em todos os outros subsistemas sempre haverá alguém ocupando o cargo maior, mas que sempre estará em sintonia com Deus, que é o primeiro criador. Quando a base da pirâmide é reduzida tem-se como limite uma linha perpendicular e quando aumentada, o limite é uma linha horizontal. Nos dois limites temos o egoísmo, o absolutismo e o anarquismo total ou a perfeição total, pois ninguém será chefe de ninguém, todos farão o que quiserem e todos terão seus direitos respeitados, mas também cumprirão suas responsabilidades. Só teremos uma sociedade perfeita, quando todos os membros viverem e conviverem em perfeita harmonia, isto será a paz plena. Como vivemos numa sociedade, que busca a perfeição, então estamos num constante processo evolutivo. A forma hierárquica mais perfeita é a representada pela figura piramidal, cujos lados e a base formam triângulos eqüiláteros, ou conoidal, onde o diâmetro da base seja igual aos lados do cone. Continuando o raciocínio para o Cosmo, que é dirigido por um ser plenamente perfeito, Deus, tem que ter a forma de uma imensa bola, que teve o seu início e está em eterna expansão. A bola, o círculo e outras figuras perfeitas demonstram que a perfeição é possível: “Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48). Rosário Américo de Resende. Belo Horizonte, 14/06/2008. 

209 - Evolução humana - publicado em 14/10/2008. Até o dia 05/01/1980, eu era um defensor da vida única, pois foi exatamente nesse dia que aceitei a verdade das vidas sucessivas. A razão e a lógica da reencarnação é a evolução dos espíritos. Estes, para alcançarem um estado cada vez mais perfeito, tanto no aspecto individual como no coletivo, necessitam por sua vez de corpos mais adequados e perfeitos. Lendo o artigo: “Evolução humana chegou a seu ápice, diz geneticista” (Interessa 10/10), conclui-se que o artigo: “Ciência recorre à religião pedindo socorro para a Terra” (Opinião 10/10) do teólogo Leonardo Boff está correto. A união perfeita entre a Ciência e a Religião irá ajudar a humanidade em tudo, além de salvar a Terra, irá também mostrar para os seres humanos os meios para entender tudo e até a verdade absoluta. Deus não é a verdade absoluta, mas só Ele tem a verdade absoluta e só por meio dEle cada um poderá conhecer quem realmente é e depois poderá entender melhor o outro. E finalmente compreenderá mais a Deus, que é o criador primordial; isto é: o único criador incriado, que deu início à criação. Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG. Belo Horizonte, 11/10/2008. 

218 - Evolução- publicado em 07/02/2009. Agradeço à colunista Fátima Oliveira pelo artigo: “Saudades de Rogério Lustosa no bicentenário de Darwin” (Opinião 3/2), onde expõe a Teoria da Evolução. Ela ainda defende que essa teoria separou definitivamente a ciência da religião. Eu já defendo o contrário e digo que a Teoria da Evolução abriu os caminhos para uma perfeita união da ciência com a religião. Qualquer ser para evoluir teve que ser criado antes por um outro ser, pois o nada não pode gerar algum ser novo. A teoria científica de Darwin, que data de 1858, surgiu um ano depois da publicação de “O Livro dos Espíritos” do professor Allan Kardec, no qual defende e comprova a evolução dos espíritos pela reencarnação, que vão conquistando conhecimentos e sabedoria. A compreensão da Teoria da Evolução dos seres vivos e das vidas sucessivas dos espíritos leva um bom e livre pesquisador à Teologia da Libertação. Com uma perfeita visão científica e religiosa, ele fica em condições de entender melhor entender melhor a si e a todos os outros seres vivos, como também a Deus, que deu o pontapé inicial em todo processo da criação, que se tornou semieterno, pois só Deus é eterno, já que não teve início. Rosário Américo de Resende. Belo Horizonte, 03/02/2009. 

222 - Evolução - publicado em 10/04/2009. Enquanto lia o artigo: “Uma vida paralela à humana aguarda a hora de se revelar” do colunista Trigueirinho (Opinião 5/4), ia também pensando como é difícil falar da evolução de cada ser criado e dar explicações sobre a mesma. O colunista divide o processo da evolução em três níveis: a humana, a dos elementais e dos devas. Na realidade existe a evolução dos seres criados: os espíritos, que vão adequando a matéria às suas necessidades. Os espíritos, em suas caminhadas evolutivas, passam pelos reinos mineral, vegetal, animal e hominal. Agora a evolução chegou a um nível tão avançado mental e fisicamente falando, que está surgindo na terra o 5º nível: o angelical. Neste reino os seres humanos terão consciência de toda a sua condição evolutiva e também irão buscar a plena harmonia e perfeição de todo o conjunto planetário e até cósmico. Então não existe um sistema evolutivo em três situações paralelas. Os espíritos, após serem criados, começam a evoluir em busca do conhecimento, da bondade e da perfeição. Cada um assume uma responsabilidade para com o processo evolutivo total em função de suas condições, que já foram conquistadas em sua caminhada já efetuada, responsabilidade que está oculta sob o véu do segredo de muitos milênios. Rosário Américo de Resende. B. Hte, 05/04/2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Teologia da Libertação - artigos publicados no jornal O TEMPO.

A Teologia da Libertação tem como base os ensinamentos evoluídos do Evangelho de Jesus, pois cada ser humano sempre deseja a liberdade e agir como um ser completamente livre. E está escrito: "Conhecereis a verade e a verdade vos libertará" (João 8,32). 

165 - Teologia da Libertação - publicado em 27/02/2007. Parabéns ao teólogo J. B. Libânio pelo artigo: “Perspectivas históricas” (Opinião 25/02). É muito bom ler os artigos deste teólogo, que é um pensador cristão e liberal e que também foi um dos defensores da Teologia da Libertação. Esta foi um dos bons frutos do Concílio do Vaticano II, mas que foi considerada como heresia por membros ultraconservadores da Igreja Católica, que já dominaram quase toda a sua cúpula hierárquica. Estes, após a morte do papa Paulo VI, conseguiram tirar todos os defensores da T. L. de posições de destaque dentro da ICAR no Brasil. Esqueceram que Jesus ensinou: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Precisamos de líderes responsáveis, que constroem povos livres, e não líderes populistas, que enganam aos seus eleitores com migalhas do PIB. Os líderes, inclusive os religiosos, da América Latina têm que assumirem a responsabilidade de darem vida e liberdade aos seus povos e não ficarem aumentando seus patrimônios privados e fazendo aquilo, que ajuda aos banqueiros e aos povos dos países do primeiro mundo, pois depositam lá os “reais”, que são frutos de seus atos ilegais ou corruptos. Os principais e brilhantes pensadores europeus entenderam, após o fim da 2ª Grande Guerra, que a proteção deles contra o comunismo ateu não podia ficar sob o controle dos norte-americanos, mas teria que ser da união de todos os países do Leste Europeu. Eles idealizaram a União Européia e até uma circulação de uma moeda única, mas sabiam das dificuldades futuras e não desistiram. Hoje a U.E. e o Euro, meio século depois, são realidades presentes e de sucesso. Eis ai o caminho do sucesso para os povos da América Latina: a união de todos para o bem de todos. Temos de deixar de sermos meros exportadores de matérias primas, que enriquecem cada vez mais àqueles, que já levaram o ouro e muitas outras preciosidades do solo da América do Sul para subvencionar vidas de reis e príncipes, e guerras fratricidas, que nunca dão vidas dignas a ninguém. Rosário Américo de Resende. B.Hte. 25/02/2007. 

173 - Teologia da Libertação - publicado em 23/05/2007. O papa Bento XVI, ainda como o cardeal Joseph Ratzinger, foi o conselheiro do papa João Paulo II para a condenação da Teologia da Libertação como uma das heresias dos tempos modernos. Esta condenação foi fruto de mentes brilhantes, que confundiram a T.L. como uma das obras do marxismo ateu. Este, sim, foi uma das obras das trevas, que surgiram no século XX, pois, apesar de usurpar o nome de comunismo do cristianismo nascente, foi um dos sistemas de governo mais totalitário de todas as épocas. Os regimes comunistas só permaneceram ativos em vários países e por muitos anos, porque seus defensores não davam nenhum valor à vida e, após conquistarem o poder pelo uso das armas, matavam todos os que lhes eram contrários. Os agentes comunistas tinham o seguinte lema: “Matar para não morrer” ou “Matar ou morrer”, pois tinham que tomar dos outros aquilo que eles não tinham, até o poder. Este processo colocava as pessoas em estado de completa irracionalidade para com os princípios do Evangelho. A Teologia da Libertação tem suas bases nos ensinamentos mais puros e elevados de Jesus, como: “Não te admires de eu te haver tido: deveis nascer do alto. Em verdade, em verdade, te digo: falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos” (João 3,7 e 11). “Nem eu te condeno. Vai, e de agora e, diante, não peques mais” (João 8,11). “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8,32). “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor: o bom pastor dá sua vida pelas suas ovelhas” (João 10,10 e 11). “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra e os puros de coração porque verão a Deus” (Mateus 5, 4 e 8). Quem condenou a T.L. como heresia teve uma visão exotérica do assunto e quem a defende já possui uma visão esotérica da mesma, pois é realmente uma teologia de libertação e não de castração. E ninguém consegue toda esta libertação interior se não nascer de novo. Rosário Américo de Resende. Belo Horizonte, 12/05/2007. 

177 - Teologia da Libertação - publicado em 16/07/2007. A Teologia da Libertação, que foi condenada como heresia pelo cardeal Joseph Ratzinger e agora o papa Bento XVI, é a base fundamental dos ensinamentos de Jesus: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” e “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 8,32 e 10,10). Todos os seres humanos estão em busca da verdade e da paz, mas para conseguirmos estes objetivos temos que conquistar a sabedoria e a perfeição: “Portanto, deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48). E assim vamos compreendendo cada vez mais quem somos nós e quem é Deus. Deus quer o bem de todos. Durante séculos e até milênios os teólogos e exegetas bíblicos ensinaram que a Bíblia era a palavra de Deus e que tudo na Bíblia tinha a aprovação de Deus. Estes esqueceram e ainda esquecem que Deus respeita plenamente a liberdade de todos e assim temos toda a liberdade de agir ou não agir. A condenação da TL como heresia, foi fruto de mentes brilhantes, que a confundiram com as teorias do marxismo ateu. Este sim foi um trabalho das trevas, pois fez tudo ao contrário dos ensinamentos libertadores do Cristo. Quem condenou a T.L. como heresia teve uma visão exotérica do assunto e quem a defende já possui uma visão esotérica da mesma, pois é realmente uma teologia de libertação e não de castração. E ninguém consegue toda esta libertação interior se não nascer de novo e assim estaremos em condições de trabalhar para que haja um só pastor e um só rebanho. E para este trabalho não podemos impor as nossas crenças às crenças dos outros e dizer que só nós estamos corretos, enquanto os outros estão errados, como está fazendo o papa Bento XVI. Rosário Américo de Resende, ex-professor da UFMG. Belo Horizonte, 11/07/2007.

A Teologia da Verdade - todos os índices dos capítulos.


A Teologia da Verdade – Apresentação.

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A Teologia da Verdade – I – Deus.  

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A Teologia da Verdade – II – Teologia.

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A Teologia da Verdade – III – T. Verdade e da libertação.  

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A Teologia da Verdade – IV – Igreja (ICAR).   

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A Teologia da Verdade – V – Marxismo Ateu.   

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A Teologia da Verdade – VI – Paz Plena.    

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A Teologia da Verdade – VII – A História de Cada Um e a minha história.   

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A Teologia da Verdade – VIII – Teólogos defensores da Teologia da Libertação.    

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A Teologia da Verdade – IX – Papa Bento XVI e a Teologia da Libertação.    

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A Teologia da Verdade – X – Diário da Santa M. Faustina.     

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A Teologia da Verdade – XI – Pluralismo e Liberalismo Religioso.     

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A Teologia da Verdade – XII – Onipresença e Imanência da Divindade.      

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A Teologia da Verdade – XIII – A Igreja Tem Salvação.       

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A Teologia da Verdade – XIV – Anexo 1.        

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A Teologia da Verdade – XV – 2 Poesias (Psicografias).          

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A Teologia da Verdade – XVI– Bibliografia.           

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A Teologia da Verdade - XVI - Bibliografia.

XVI - Bibliografia:

1 - Bíblia de Jerusalém.

2 - Correspondências próprias enviadas e recebidas.

3 - Livro: “Força Ética e Espiritual da Teologia da Libertação”, do Pablo Richard.

4 - Livro: “Teologia Moral, Ciências Humanas e Sabedoria Popular”, do Frei Bernardino Leers.

5 - Livro: “Lembranças da Minha Vida”, do Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI.

6 - Encíclicas dos Papas Bento XVI e Francisco:

6a - Encíclica: “Caritas in Veritate”, de 29/06/2009, do Papa Bento XVI.

6b - Encíclica: “Deus e amor”, de 25/12/2005, do Papa Bento XVI.

6c - Encíclica: “Esperança Cristã”, de 30/11/2007, do Papa Bento XVI.

6d - Encíclica: “Motu Proprio”, de 07/07/2007, do Papa Bento XVI.

6e - Encíclica: “Sacramento da Caridade”, de 22/02/2007, do Papa Bento XVI.

6f - Encíclica: “Lumen Fidei”, de 29/06/2013, do Papa Francisco e do Bento XVI.

6g - Encíclica: “A alegria do Evangelho”, de 24/11/2013, do Papa Francisco.

7 - Livro: “Espiritualidade - um caminho de transformação”, do Leonardo Boff.

8 - Livro: “Brasa sob cinzas”, do Leonardo Boff.

9 - Livro: “Consciência Planetária e Religião - Desafios para o século XXI”.

10 - Livro: “DIÁRIO - A Misericórdia Divina na minha alma”, da santa M. Faustina K.

11 - Livro: “Jesus e Javé: os Nomes Divinos”, do Harold Bloom.

12 - Livro: “Inquisição - Um Punhal sobre a Espanha”. Coletânea de vários autores.

13 - Livro: “Mentiras sobre Jesus: Desafio para o diálogo religioso”, do José P. de Souza.

14 - Livro: “Em Busca da Verdade”, do Eliyahu E. Dessler (rabino).

15 - Livro: “Cultura Religiosa – As religiões o mundo”, do frei Irineu Wilges ofm (bispo).

16 - Livro: “Teologia e Ciências da Religião”, Eduardo R. da Cruz e Geraldo De Mori (organizadores).   

17 - Livro: “Tratado de Teologia Profana”, do Huáscar Terra do Valle.

18 - A Codificação do Allan Kardec.

19 - Livro: “Em Plena Liberdade”, do frei Bernardino Leers.   

20 - Livros do José Pinheiro de Souza:

20a - “Entrevistas com Jesus: Reflexões Ecumênicas”.

20b - “Mitos Cristãos: Desafios para o Diálogo Religioso”.

20c - “Catecismo Ecumênico: 200 perguntas e respostas à luz da fé raciocinada”.

20d - “Paulinismo: A doutrina de Paulo em oposição à de Jesus”.

20e - “Mentiras sobre Jesus: Desafio para o diálogo religioso” (citação 13 acima).

20f - “Três Maneiras de Ver Jesus: A maneira histórica, a mítica literal e a mítica simbólica”.

21 - Livro: “Vida Secreta de Deus”, do rabino David Aaron.

22 - Livro: “Onde a Religião Termina”, do Marcelo da Luz. .

23 - Livro: “O Poder e a Glória – O lado negro do Vaticano de João Paulo II”, do David Yallop.

24 - Livro: “A Igreja Tem Salvação?”, do Hans Küng.

25 - Livro: “A Infância de Jesus”, do Papa Bento XVI.

26 - Livro: “Jesus de Nazaré - Primeira Parte”, do Papa Bento XVI.

27 - Livro: “Jesus de Nazaré - Segunda parte”, do Papa Bento XVI.

28 - Livro: “Teologia da Libertação – Perspectivas”, do Gustavo Gutiérrez.

29 - Livro: “O Gênesis e o Big Bang”, do Gerald L. Schroeder.

30 - Livro: “QUEM, AFINAL, É DEUS?”, do Renold J. Blank.

31 - Livro: “A Lista de GERGOGLIO”, do Nello Scavo.  

 

Belo Horizonte, 29 de Junho de 2015.

Rosário Américo de Resende.

Telefone: 34962160.

E.mail: rosariopazplena@gmail.com


A Teologia da Verdade - XV - Poesia sobre a Libertação Final:o Libertador é Deus - Deus.

XV - Poesia sobre a Libertação Final: o libertador é Deus.

O LIBERTADOR (Psicografia).

Aqui estou em paz...

Está tudo em paz...

Eu sou o pacificador

E para um bom entendedor

Em mim não existe dor.

 

Eu sou... E isso me basta.

De tudo o que existe, eu sou um amador...

Sem sentir dor

Já que estou pleno de amor.

Eu sou um libertador

 

Para todos que, sem amor,

Estão sob o poder de um ditador,

Que só espalha dor.

Eu sou um Criador,

Mas eu não criei a dor.

 

Para um bom conhecedor

É fácil dizer que o verdadeiro Libertador

Não é o Grande Homem do passado,

Mas é o Grande Homem do presente,

Que no futuro irá receber a grande coroa, um vencedor.

 

Muitos querem a coroa, como usurpador.

Mas os verdadeiros homens sabem quem é o indicador

Do grande vencedor,

Que receberá a coroa, sem dor.

 

Eu sou... E tudo sei,   

Então sou um conhecedor.

Só pede perdão, quando é pecador

E quem peca é aquele que causa sua dor.

 

Tudo na vida se aprende, até ser um enganador.

Um enganador não pode ser um orientador,

Pois ele ainda fala para todos com dor,

Mas, no íntimo, quer ser um Criador

E assim criou a sua dor...

De todo tipo de dor

Eu sou o libertador.

 

R. A. R., ex-professor da UFMG. B. Hte, 07/01/1997.

 

 

DEUS

 (Psicografia)

Deus não está lá nas alturas

No infinito inacessível,

Oculto de todas as criaturas.

Deus não é inatingível... Insensível,

Mas Deus está aqui como água pura,

Para matar a sede de toda criatura.

Deus está aqui ao lado de você,

Como um Pai, como uma Mãe,

Cheio de amor para amar você,

Um filho, uma filha, um pai, uma mãe.

Para receber o amor de Deus e sua ternura,

Não precisa ser uma raça eleita e pura,

Pois Deus ama toda criatura...

 

Rosário Américo de Resende. Belo Horizonte, 08/06/1989.


A Teologia da Verdade - XIV - Anexo 1.

XIV – Anexo 1.

No livro: “LEMBRANÇAS DA MINHA VIDA” (5), do Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, consegui catalogar 27 sobrenomes para a Teologia, que são: Bíblica, Católica, Científica, do Concílio, Cristã, do Direito Canônico, Dogmática, Eclesial, Eclesiástica, Ecumênica, da Esperança, Fundamental, da História em Boaventura, Liberal, da Libertação, Medieval, dos Mistérios, Moral, do Novo Testamento, Ortodoxa, Pastoral, do Pensamento Alemão, Política, de Rudolf Bultmann, dos Santos Padres, Sistemática e Tradicional. Alguns nomes induzem a existência de muitos outros.

No livro: “Teologia e Ciências da Religião” (16) cataloguei mais 25 sobrenomes para a Teologia, sendo apenas 6 deles repetidos: Dogmática, da Esperança, Fundamental, da Libertação, Política e Sistemática, os outros 19 são: Apofática, Contemporânea, Contextual, do Diálogo Interreligioso, Existencial, da Experiência, Feminista, Hermenêutica, da História, Local, Negra, Neuroteologia, de Práxis, Psicoteologia, Pública, Religiões, da Revelação, Século XXI e Transcendental. 

Nos livros sobre Jesus de Nazaré do Papa Bento XVI (Joseph Ratzinger): “Infância de Jesus” (25); “Jesus de Nazaré, Primeira Parte: Do batismo à Transfiguração” (26); “Jesus de Nazaré: Da entrada em Jerusalém até a Ressurreição” (27) cataloquei mais 40 sobrenomes para a Teologia, sendo apenas 7 deles repetidos: Católica, da Esperança, Liberal, Medieval, do Novo Testamento, Política, Sistemática, os outros 33 são: da Alegria, do Batismo, Católica Moderna, Cristã do Batismo, da Cruz, do Culto, da Eleição de Israel, da Encarnação, Eucarística, da Glória, Icônica, Joanina do Filho, Joanina da Paixão, de João, da Justificação, do Logos, de Melquisedec, Moderna, Oração Sacerdotal, Pascal, Paulina, de Paulo, dos Pobres, Política do Antigo Oriente, Protestante, Rabínica, Real do Antigo Oriente, da Revolução, Sacrifical, Sacrifício da Cruz, Século XIX, Última Ceia, Veterotestamentária do culto.

No livro: “Teologia da Libertação – Perspectivas” (28), do Gustavo Gutiérrez, cataloguei mais 67 sobrenomes para a Teologia, sendo 13 deles repetidos: Bíblica, Contemporânea, da Esperança, Fundamental, da História, da Libertação, Moderna, Moral, Negra, do Novo Testamento, Política, da Revolução, Sistemática; os outros 54 são: Agostiniana, da Aliança, do Antigo Testamento, da Atividade Missionária, Atual, Clássica, Conformista, da Criação, Cristã, do Desenvolvimento, Dialética, Escatológica, Escolástica, da Esperança Humana, Espiritual, Europeia, Existencialista, da Fé, Feminina, Francesa, do Futuro, Hispana, da Idade Média, da Igreja, da Igreja no Mundo, Índia, da Morte de Deus, do Mundo, Negra da África do Sul, Negra dos Estados Unidos, da Perseguição, Personalista, Privatizante, Progressista, Progressista Europeia, do Progresso Humano, Protestante Liberal, Protestante do Século XIX, do Próximo, da Realidade, das Realidades Terrestres, do Reino de Deus, da Renovação, da Ressurreição, da Salvação,da Secularização, dos Sinais do Tempo, Tomás de Aquino, Tomista, do Trabalho, Transcendentalista, Veterotestamentária, da Vida Religiosa, da Violência.

Nestes livros são encontrados 133 sobrenomes para a Teologia. Que labirinto não foi criado em torno da Teologia pelos teólogos, que na realidade não estudam a Teologia, mas a história da mesma! 

A Teologia da Verdade - XIII - A Igreja Tem Salvação.

XIII - A Igreja Tem Salvação.

Eis o resumo do que escrevi no livro: “A Igreja Tem Salvação?” (24), do Hans Küng, um teólogo, que quando jovem, foi convidado para participar do Concílio do Vaticano II.

Em princípio discordo do Hans Küng, quando ele discorda do sistema de comando da ICAR e até o condena. O sistema de hierarquia da ICAR é, para mim, o mais perfeito que existe na face da Terra. O processo de eleição do papa é sim o melhor que existe em todos os processos hierárquicos; só votam os cardeais e qualquer católico pode ser eleito: até eu, mas é necessário estar em condições para assumir o cargo e por isso é quase impossível ser eleito um papa, que não seja um dos eleitores.

Todo sistema ou comunidade, que ainda não alcançou a plenitude da perfeição, necessita de uma hierarquia, senão vira anarquia. A hierarquia é sim muito importante e necessária para impor ordem e até união entre os membros do próprio sistema.

O Hans Küng defende que a escolha do papa tenha uma participação mais democrática e até representação de leigos (“Ativação da Igreja como um todo na escolha do papa (por meio do sínodo dos bispos e de uma representação laica)”. Pág. 233). Discordo, pois para eleger o papa necessita ter muito conhecimento, sabedoria e responsabilidade, e, nenhuma representação laica teria essa condição. Quando pessoas laicas têm realmente condições e sabedoria para participar da escolha de um papa? Muitas pessoas laicas não sabem nem eleger um vereador, que vive ao lado delas; muitos prefeitos, governadores e presidentes são eleitos em função de propagandas enganosas custeadas por grandes fortunas.

Quanto mais alto é o grau da disputa maior é o interesse dos demagogos, falsos e gananciosos líderes, e maior também é o valor gasto nas propagandas enganosas dirigidas por marqueteiros sem ética e sem moralidade.

O sistema de subida na hierarquia da ICAR é sim muito mais correto e perfeito do que a politicagem dos políticos laicos, pois a escolha deve sim analisar primeiro o indivíduo pelas suas qualidades, ética e honradez, e não só pelo número de votos, que conquistou.  

O Hans Küng fala em democracia, que é o povo no poder. O sistema democrático é sim uma das formas mais fáceis de enganar e ludibriar o povo para as eleições de prefeitos, governadores e presidentes. A forma de falar que o povo é soberano, que o poder vem do povo e para o povo é só enganação de pessoas gananciosas e sem escrúpulos, que agem como lobos ou aves de rapina na política laica. Os demagogos, em sua maioria, são políticos espertos e até egoístas, em sua ignorância e incompetência, pensam que podem resolver tudo; eles usam de tudo para conquistar o poder e depois fazem de tudo para manter-se no poder. O eleitor é facilmente enganado por um bom demagogo ou bom hipnotizador de massas (do povo), como também por quem possui muito dinheiro para fazer a sua promoção pessoal e até com falsas propagandas!

O Hans Küng fala em democracia à luz do Novo Testamento (“Ora, se a visualizarmos, porém, à luz do Novo Testamento, de fato Igreja não é nenhuma ditadura (espiritual)! À luz do Novo Testamento, antes de ser comparada a uma monarquia (domínio de um único), ela teria de sê-lo a uma democracia: o domínio exercido por todo o povo religioso”. Pág. 213). Atos 5,1 a 11 foi democracia? Atos 9,1 a18 foi democracia? Em Atos 6,1 a 7 pode-se ver uma hierarquia sendo constituída!

Toda hierarquia necessita ter a última palavra numa só pessoa ou num só SER, pois onde existem duas cabeças já existem duas sentenças. Na hierarquia cósmica este SER é DEUS.

O Hans Küng escreveu: “A Igreja tem salvação? Minha esperança é não deixar de acreditar que ela há de sobreviver” (Pág. 289). E a Igreja vai sim sobreviver, disto tenho plena certeza, pois na atual situação do Planeta Terra só a estrutura de uma hierarquia criada durante séculos de experiências e vivências da ICAR tem condições e sabedoria de mostrar para todos a solução, que é tanto esperada por todos: “Salvar o Planeta Terra, que é sim a inversão do caso bíblico da Torre de Babel, pois Deus, que é bom e perfeito, veio para unir todos os seres humanos numa administração centralizada do Planeta”.

Quem está à frente deste trabalho no Plano Invisível é o próprio Espírito de Deus e no plano físico é aquele que foi aprovado por Deus e não por estruturas humanas. O trabalho em torno da união planetária já foi iniciado há algumas décadas, mas não tem data para terminar.  

É por causa de teólogos, como o Hans Küng, que a Igreja tem salvação, pois mesmo discordando da hierarquia, eles não abandonam o barco como outros, que o fizeram e fazem de tudo para afundar o barco. Estes, após adquirirem muito conhecimento no seio da ICAR, ficaram ou ficam livres para cuidar de um grupo de bajuladores, que ignoram o assunto, no qual eles são doutores.

Bom, como o papa Pio XII morreu em 1958 e eu era um desconhecido seminarista, que estava na 1ª série do ginásio, então nada do Papa Pio XII me marcou. Já o Papa João XXIII muito me marcou pelo nome e pelas atitudes tomadas em relação às reformas para a ICAR. Ouvi de meus professores, que o João XXIII, que era um cardeal já idoso, tinha sido eleito para ter um papa com mandato tampão, pois o forte candidato era sim o futuro papa Paulo VI, mas este ainda não era cardeal. Agora as reformas do papa João XXIII foram tão profundas e boas para a ICAR, pois o povo passou a compreender o que era dito nos altares.

As reformas são necessárias para a ICAR e devem ser adequadas ao tempo e ao momento da evolução da humanidade, do Planeta e do Cosmo (ou do Universo).  Só o Pai sabe as horas certas e, quando estas chegam as reformas acontecem: veja o caso do papa João XXIII. Os reformadores nunca podem esquecer-se dos ensinamentos de Jesus em prol de qualquer outro interesse.

Os líderes religiosos dificilmente aceitam fazer reformas, pois temem perder o poder. Por meio do poder e da bajulação do poder os líderes religiosos impõem a vontade deles, mesmo que não seja a melhor decisão a ser tomada para o momento.

Toda reforma que vem de baixo é sempre perigosa, pois já falhou no princípio ético do respeito e obediência ao superior!

Para mim, o principal ponto para conseguir a melhor reforma interna e externa da Igreja é o trabalho em torno da Verdade e é por isso que já lancei este sobrenome para a Teologia, pois a Verdade liberta (João 8,32 e 16,12 a 15). A Verdade só será compreendida e entendida por meio de um grande conhecimento, um ótimo discernimento e também do autoconhecimento, que é a descoberta da identidade cósmica do Espírito, que vive num corpo de carne ou que está encarnado.  

O verdadeiro processo da libertação individual acontece pelo conhecimento geral de tudo e pelo autoconhecimento.

O conhecimento e o autoconhecimento ajudam aos seres humanos a avançar ou evoluir, mas terão que caminharem de mãos dadas; um, o conhecimento, tem suas bases na razão, na Ciência e na história. O outro, o autoconhecimento, por sua vez tem suas bases nas revelações realizadas pela Espiritualidade e na compreensão da própria Vida e da vivência dos fatos, pois só pelo autoconhecimento cada um pode descobrir quem ele realmente é e assim compreender sua identidade cósmica.

Hans Küng! Jesus foi pregado na cruz porque defendeu o Bem, o Amor e a Verdade. A liberdade só vem ou só acontece por meio do Amor e da Verdade (Jo 8,32).

Os estudos teológicos dos católicos têm que serem completamente modificados. O grande drama da Teologia da Igreja é o sacrifício da cruz, quando Jesus redimiu a humanidade pelo sangue derramado na cruz. Esse drama ou erro fez surgir muitos outros, que foram transformados em dogmas irracionais, que ainda são indiscutíveis.

A Teologia da Igreja é sim uma Teologia baseada em mistérios e não mostra a própria bondade e perfeição de Deus. Qual ser perfeito só perdoaria as ofensas de desobediência depois de ver sangue derramado na cruz? Qual ser bom e perfeito daria um castigo tão grande e perverso com muito sofrimento e dor por uma simples desobediência? (Gn 3).

Todo diálogo tem que buscar o melhor para o presente e assim está construindo melhorias para o futuro. Todo trabalho teológico tem que buscar um esclarecimento da Teologia e eliminar as ideias confusas, sofistas e misteriosas dos teólogos do passado.

No meu ponto de vista os teólogos cristãos e principalmente os católicos têm uma complexa barreira para compreender e entender a perfeição, bondade e humildade de Deus, que dirige tudo, mas que também respeita plenamente a liberdade de todos. Essa barreira está sedimentada no ensino da heterorredenção, que foi feita por Jesus por intermédio do sangue derramado na cruz. A cruz representa sofrimento, desespero, angústia e não o perdão e a compreensão com a plenitude do amor.

Como conciliar a perfeição e bondade infinitas de Deus com a condição do perdão ou resgate só por meio do sangue derramado na cruz?

No ano de 1980 risquei o nome romano da minha Religião e comecei a compreender o labirinto criado pelos líderes do cristianismo logo que a Religião Católica foi transformada ou elevada para ser a Religião Oficial do Império Romano (a ICAR). Após essa decisão me tornei um verdadeiro católico (=universal do grego).  

Eu só passei a me conhecer, após aceitar a verdade da reencarnação no dia 05/01/1980, quando já tinha 34 anos. Já o teólogo Hans Küng, quando tinha 34 anos, já era um perito do Concílio do Vaticano II em 1962.

Após aceitar a verdade da reencarnação, as portas para que eu pudesse entrar no meu Eu Profundo foram abertas. Em agosto de 1982 durante uma participação numa missa dominical na Igreja de Santa Teresa eu recebi a revelação da minha vida passada no 1º século da Era Cristã. Por meio desta revelação entendi que tinha nascido do alto (João 3,3 e 7), pois tinha descido do céu (João 3,13) e assim pude me preparar para receber a sintonia perfeita do Espírito de Deus, que aconteceu no ano de 1984.

Essa revelação me permitiu a iniciar o meu autoconhecimento e me deu coragem e ânimo para enfrentar a tudo e a todos.

E aqui estou por enquanto sozinho, no plano físico, na árdua tarefa de ajudar a Igreja a encontrar o caminho da Verdade e a humanidade a encontrar a solução para salvar o Planeta por meio da união de todos e da Paz Plena.

No ano de 1983, em agosto, recebi uma revelação explicativa do dogma do Mistério da Santíssima Trindade, pois Deus é Uno (Dt 6,4) e não trino. Em 1984 recebi a chave para decodificar e compreender profundamente a Bíblia, inclusive o “erro” de interpretação para o sacrifício da cruz, pois Jesus foi condenado à morte pelos líderes do Sinédrio Judeu como blasfemo (Mt 26,59 a 66), mas os membros do mesmo, por medo do povo, não queriam que Jesus morresse pelo apedrejamento, que seria por divergência de princípios religiosos, e sim pela cruz, pois a morte na cruz seria considerada como uma revolta contra Roma. E aqui estou para ensinar o que já aprendi.

(“Configurou-se assim, na Igreja Católica dos séculos XIX e XX, um tradicionalismo ou fundamentalismo tipicamente católico-romano”. Pág. 62/63). Então agi corretamente quando risquei o nome romano da minha religião no início do ano de 1980.

Concordo que a tradição tem que ser estudada, analisada e muito bem compreendida, pois todos nós estamos evoluindo cada vez mais e cada um tem que conhecer o caminho, que já trilhou e assim adquirir o autoconhecimento; isto é: saber quem realmente é. Eu Sou Aquele Que Sou.

(“Eu repito: não sou juiz, e sim teólogo”. Pág. 61). Qual é a sua Teologia, teólogo Hans Küng? Até aqui não vi nenhuma Teologia neste livro, mas apenas pensamentos bem humanos, que buscam uma explicação para compreender a história da Igreja e no momento presente uma forma para indicar um bom caminho para o futuro conforme o seu entendimento e discernimento.  

(“Essa comunidade de fé é a verdadeira Igreja, e evidentemente que dela não excluo papas, cardeais, bispos e prelados de toda espécie, como não excluo encarregados oficiais de outras Igrejas”. Pág. 71). Cuidado com a fé, que cega o crente e não o deixa compreender a Verdade, que liberta (Jo 8,32).

(“Incontáveis homens e mulheres põem-se à disposição de jovens e velhos, a serviço dos pobres, enfermos, recém-nascidos e mulheres que fizeram aborto”. Pág. 70). Cuidado Hans Küng! Aborto nunca foi, é ou será uma reforma séria! É sim uma enganação das trevas! O aborto é sim um crime vil!

Agora Jesus condenou o pecado, mas sempre amou e perdoou ao pecador. O pecado não pode ser institucionalizado por leis civis e principalmente por leis religiosas.  

Hans Küng, o aborto sempre será um crime perante as leis espirituais e cósmicas (“Isso veio à tona na questão do aborto, quando ambos os papas se contrapuseram à vontade popular”. Pág. 150). O aborto sempre será um crime perante a perfeição, pois a liberdade de um não pode eliminar ou matar a liberdade do outro, principalmente quando o outro for um ser tão desprovido de todo tipo de proteção e por isso Deus preparou para ele um lugar tão secreto, que é o ventre de uma mãe.

O aborto é sim um fruto de um trabalho trevoso, mas os resultados do mesmo irão eliminar os trevosos da face da Terra e do próprio Planeta Terra. É a lei da ação e reação ou do dente por dente e olho por olho, quem aborta será abortado e quem cria a lei do aborto não merece receber um novo ventre de uma futura mãe para aqui renascer e terá que ir para mundos, que estão em níveis inferiores na escala evolutiva do amor e da perfeição. Muitos destes irão para mundos primitivos e outros para mundos, que estão na Idade da Pedra.

(“Afasta-te de mim, Satanás! Tu me serves de pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas as dos homens” (Mt 16,23). Pág. 208). O aborto é coisa dos homens! O divórcio é coisa dos homens! O celibato é coisa dos homens! A exclusão das mulheres do sacramento da Ordem é coisa dos homens! O homossexualismo é coisa dos homens!

Jesus não condenou a mulher adúltera, mas deu o remédio: “Não peques mais” (João 8,11).

A Igreja não pode aceitar a legalização do aborto e da homossexualidade.

Concordo com os casamentos entre pessoas de diferentes confissões.

Concordo com as celebrações da Santa Ceia com pastores protestantes.

Concordo com o ensino religioso ecumênico.

Concordo com a liberdade de vida.

No final do capítulo III – “O germe de uma doença crônica”, escrevi: Eu já até digo diferente, pois em tudo o que vou analisando, aprendendo aqui, ali e acolá, recebendo revelações e analisando todas as revelações, incluindo as recebidas por outros, a Verdade nua e crua chama-se Evolução de cada espírito e ou também a Evolução Coletiva Planetária.

Em todas as comunidades a hierarquia é sim muito importante para respeitar a ordem e até a união entre todos os membros de uma comunidade. As reformas das leis e dos princípios doutrinários são sempre necessárias, mas sempre devem ser adequadas ao tempo e ao momento da evolução da humanidade e do Planeta. A humanidade ainda não é uma comunidade, na qual todos os seus habitantes já são perfeitos, mas ela está sim caminhando para que cada um conquiste a perfeição (Mt 5,48) e esse é o trabalho missionário de todos aqueles, que já conquistaram a própria perfeição ou que já são os eleitos (Mt 24,24 e Mc 13,22).

Martinho Lutero deu um passo importante para a evolução planetária, pois ele conseguiu retirar a Bíblia do domínio quase absoluto e até tirânico do papado e divulgá-la para outras pessoas, que não pertenciam à hierarquia da Igreja. Agora ele voltou-se no tempo com o primado das Escrituras escritas: a letra mata e o espírito vivifica. Ele aceitou a revelação como definitiva e negou a continuação do processo revelador da Verdade para todos por meio da presença constante do Santo Espírito de Deus. Martinho Lutero retirou os livros da Bíblia Católica, que foram acrescentados na tradução da Bíblia hebraica para o grego, trabalho que recebeu o nome de Septuaginta. Em função desta retirada, todas as egrégoras, que já foram e serão criadas seguindo a linha iniciada por Lutero não poderão chegar à Verdade com relação à identidade cósmica de muitas entidades ou espíritos, pois foi eliminado um elo de ligação do processo revelador das identidades cósmicas de muitas entidades.

Allan Kardec deu outro grande avanço no processo evolutivo do conhecimento para o entendimento da Espiritualidade por meio do estudo sobre os espíritos, que passei a chamar de Espiritologia. A egrégora kardecista não consegue chegar à Verdade Plena (Jo 16,13) porque Kardec, que desvendou o enigma da Espiritualidade, desconsiderou algumas verdades bíblicas e muitos kardecistas pensam que quase tudo na Bíblia é pura mitologia ou plagio de outras cosmogonias.

Todo espírito, quando reencarna, vem com o objetivo de trabalhar em prol de sua evolução individual. Já os missionários reencarnam com dois objetivos programados, sendo o primeiro igual ao de todos os espíritos e o segundo é o de trabalhar em prol da evolução coletiva. Este segundo objetivo só poderá ser perfeitamente realizado quando o missionário não rompe a sua linha reencarnatória, pois caso o missionário, utilizando de seu livre arbítrio, abandone a sua linha de nascimento, então todo o projeto missionário terá que ser refeito pela Espiritualidade, pois haverá também a substituição do espírito mentor. Isso aconteceu com os missionários Martinho Lutero e o Allan Kardec, pois ambos abandonaram a linha de nascimento ou reencarnatória e deram início a criações de novas egrégoras. Eles dividiram mais ainda o rebanho de Jesus, dificultando assim a realização da profecia, que está em João 10,16: “então haverá um só rebanho, um só pastor” (Jo 10,16).   

Agora chegou o tempo da união de todos com o auxílio da Verdade, que liberta e conduz ao autoconhecimento. A Verdade só poderá ser conquistada por meio da união e soma perfeita das revelações bíblicas, que vieram por meio de Moisés e de Jesus, complementadas pelas revelações espirituais contidas na Codificação Kardequiana e pelas revelações, que continuam sendo realizadas.   

A “soberania dos povos” irá acabar no Planeta Terra, pois os direitos do indivíduo, como também os deveres e culpas do indivíduo não podem ser diferentes em qualquer lugar do Planeta. Um ato de um indivíduo não pode ser considerado como heroísmo por um povo e como criminoso por outro. Direitos e deveres terão de serem iguais em todo o Planeta Terra.

Hans Küng. Quem realmente dirige e controla o processo evolutivo é a Espiritualidade, que você chama de Espírito Santo.

Na Espiritualidade também existe uma hierarquia e há muitas disputas entre os membros nas hierarquias de cada egrégora e também entre as diferentes hierarquias das egrégoras.

Cada espírito desencarnado busca sempre a manutenção do seu poder já conquistado, criando para isso, se necessário for até novas religiões por meio de falsos profetas, sendo ele um falso Cristo (Mt 24,24). Todo espírito que decidiu ou decidi criar uma nova religião está sim agindo de uma forma contrária a Deus, pois Deus quer o bem e a harmonia entre todos e com novas religiões só aconteceram e acontecem mais desarmonias. Por isso é necessário muito estudo para ter discernimento, entendimento e conhecimento, como também buscar o autoconhecimento e se dispor para receber e acatar revelações da Espiritualidade.

(“Havia ali uma nova exortação ao celibato, desprovida de qualquer relação com o Evangelho, e também por invocação do mesmo Evangelho, a defesa de uma lei que reprimia a liberdade”. Pág. 176). Interessante, pois aqui para defender o fim do celibato se usa do Evangelho e na hora de falar sobre o divórcio e até de defendê-lo esquece do Evangelho.

Hans Küng. É preciso conhecimento, entendimento, discernimento e compreensão para conquistar a sabedoria. Todo sábio é também humilde, mas deverá sempre defender a Verdade.

(“Seria possível suceder com o Vaticano e com a Igreja Católica algo semelhante ao que se verificou com o Kremlin e com o Partido Comunista da União soviética? Não faz muito tempo ouvi essa pergunta na Itália, de um católico perspicaz, observador dos acontecimentos de nosso tempo”. Pág. 225). Para mim, fazer uma comparação da ICAR com o Kremlin é sim uma demonstração de uma imensa incapacidade analítica e sintética para discernir e compreender a Verdade. E o Hans Küng está fazendo isso!

(“A difamação, em todo o mundo, de teólogos da moral que se ocupam de questões éticas existencialmente relevantes para a maioridade moral dos cristãos de hoje para que estes, quanto à moral, assumam posições conscientes e independentes”. Pág. 253). Cuidado com o assunto da “moral” (moral vem de “mores” = costume). A “moral” muda, os costumes mudam, mas nem tudo pode mudar para ser o melhor e o mais puro, pois muitos só pensam nas coisas da terra (Jo 3,12) e dos homens (Mt 16,23).

(“Por fim, o dominicano-americano Matthew Fox (expulso da ordem dominicana em razão da doutrina do pecado original – ele preferia a ideia de uma “benção original”, por suas posições com relação à sexualidade e por seu “panteísmo) e o jesuíta americano Robert Haight (por sua Cristologia divergente), e... Não tem mais fim?” Pág. 254/5). A doutrina sobre o pecado original foi fruto de uma forma não correta de interpretação sobre o que o São Paulo escreveu correlacionando os sacrifícios do AT com o de Jesus, que recebeu plena aprovação do Santo Agostinho, pois os pecados não eram resultados de erros dele, mas do primeiro casal Adão e Eva. Santo Agostinho não soube compreender a visão de Paulo sobre a desobediência de Adão e Eva e a salvação por intermédio do sacrifício de Jesus (Rm 5, 12 a 21) e por isso apoiou a doutrina do pecado original. Agostinho foi sim um devasso até se converter ao cristianismo (catolicismo), e, como não assumiu os próprios erros da juventude e mocidade, então jogou a culpa no pobre e até ignorante casal Adão e Eva.

(“o papa Paulo VI publicou a sua encíclica Humanae Vitae, que, seguindo a orientação instaurada pelo mestre da Igreja Agostinho, vinculava a sexualidade apenas à reprodução”. Pág. 144). Agostinho, que desencarnou em 430, nasceu em 354 e foi batizado em 387, então com 33 anos. Ele foi bastante mundano, devasso mesmo, antes da conversão e, ao invés de reconhecer os próprios erros com relação ao sexo jogou a culpa em Adão e no pecado original. Ele então passou a defender o sexo só para a reprodução. Foi nesse homem que o papa Paulo VI se inspirou em 1968 para condenar a pílula. Que absurdo! Ver pág. 146 de “Em Plena Liberdade”. (26/09/2012).

Escrito na página 146 do livro “Em Plena Liberdade” (19), do Frei Bernardino Leers:

Que absurdo ler isso aqui: “Confrontando com o problema da regulação da natalidade e seus métodos, o teólogo há de seguir o exemplo da Igreja, mãe e Mestra, e aceitar sua responsabilidade de pregar a cruz aos fiéis, e de aliviar essa cruz, onde for possível, perante Deus, o Pai de misericórdia” (Pág. 146). Por este texto fica claro que o teólogo ainda desconhece completamente quem é Deus, que é perfeito, bom, sábio, humilde e respeita a liberdade de todos, mas está sempre na direção de todo o processo evolutivo cósmico e também do Planeta. De tempos em tempos o Espírito de Deus intervém diretamente no mundo corporal, mas sempre espera que o profeta já esteja preparado para o específico momento planetário e ou cósmico. 

Sobre a pílula ou qualquer outro método para evitar a gravidez, que seja utilizado pelos cônjuges, digo que quem deve tomar a iniciativa são eles mesmos. Está escrito em João 3,11: “Em verdade, em verdade, te digo: falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos, porém não aceiteis o nosso testemunho”. Então os teólogos, que são obrigados a serem celibatários nada sabem de verdade sobre a vida conjugal, sobre o amor sexual entre os cônjuges e sobre as dificuldades vividas pelos cônjuges, seja por um cônjuge ou pelos dois. Falar sobre problemas da vida a dois por quem não vive o problema é muito fácil, como também é fácil falar dos problemas, que outros estão vivendo, mas só se pode dar bons conselhos e eficientes orientações quando já se viveu os mesmos problemas ou as mesmas dificuldades.

Além dos problemas na vida entre os cônjuges, pois um deve amar e compreender bem o outro, que deve ser plenamente respeitado, existe o relacionamento com e entre os filhos. Eu fui educado a não evitar filhos pelos métodos anticoncepcionais e que só continência era aceita sem ser pecaminosa.

No dia do meu casamento (18/07/1970), que foi em Governador Valadares e num sábado. Eu saí de Belo Horizonte à noite, juntamente com os meus irmãos Geraldo e frei Basílio. Chegamos pelas 6,00 da manhã a Governador Valadares. Quando encontrei a minha noiva, ela me revelou, em segredo:

“Estou tomando pílula!”. Levei um susto secreto e nada comentei, apenas falei: OK. Logo em seguida veio um belo pensamento à minha mente: “Deus só quer o bem de todos e que os cônjuges vivam e convivam com muito amor, então aceita, com tranquilidade e amor, a decisão de sua noiva”. Aceitei, entendi e fiquei feliz. Com ela tive a minha primeira relação sexual. Casei virgem e a primeira experiência sexual com amor, fidelidade e liberdade é algo indescritível de bom e de prazer.   

O teólogo católico não tem conhecimento do relacionamento conjugal amoroso e perfeito e nem dos dramas vividos pelos pais de famílias.

Tive um grave problema familiar, pois minha esposa não combinava com a nossa 2ª filha, que nasceu no dia 25/12/1972 e foi por causa deste drama que aceitei a verdade da reencarnação no dia 05/01/1980, após ouvir uma explicação lógica e racional do meu irmão Antonino, que já era reencarnacionista, mas houve também uma intervenção espiritual à noite no meu lar. A explicação do Antonino foi bem à frente da Igreja de Santa Teresa, quando paramos na Praça Duque de Caxias, antes de chegarmos ao meu lar na Rua Tenente Vitorino, 146. Foi nesta mesma Igreja, que recebi a revelação em agosto de 1982, durante a celebração de uma missa dominical, da minha vida passada na época de Jesus... (20/09/2012).

(“Ela (a Igreja Católica) deve deixar “ventilar”, ideia que já fora a de João XXIII com seu “abrir as janelas da Igreja” para o espírito da liberdade mesma, para a qual Cristo nos libertou... E, a seguir, veremos que especialmente o direito eclesiástico encontra-se necessitado de cura”. Pág. 255). É preciso ter muita liberdade, mas cuidado com a libertinagem e irresponsabilidade. 29/09/2012).

(“Segundo a Primeira Epístola a Timóteo, “o epíscopo seja irrepreensível, esposo de uma única (não de nenhuma!) mulher” (3,2)”. Pág. 260/1). Neste versículo já vejo é a condenação de ter mais de uma mulher e não como está expondo o Hans Küng.

(“A pergunta crucial é: o homem individual, como pessoa provida de alma, existe já a partir da fusão químico-biológica de células de óvulo e espermatozoide (ou seja, na nidação), ou passa a existir apenas em um momento posterior, que talvez não possa ser matematicamente determinado? A minha resposta é que a vida humana não é um sistema padronizado, mas o óvulo fecundado já é sim um inocente ser vivo, então pode ou não existir a alma ou o espírito, mas já é sim um ser vivo.

(“Essa foi a doutrina tradicional da Igreja até o século XIX. Mas não haveria aí – em comparação com o estado atual das ciências naturais – uma abordagem por demais esquemática do surgimento da vida humana? Sim, sem dúvida. Mas o caso é que hoje biologicamente se entende que uma “pessoa humana” resultaria já da fusão de células do óvulo e espermatozoide, e, no caso de um diagnóstico pré-implantação, de um aborto ou mesmo da “pílula do dia seguinte”, “uma pessoa” seria morta (por morte provocada, ou seja, seria morta no pior sentido da palavra), seria assassinada mesmo. Mas, para recorrer a uma imagem, tirar de um jardim uma semente de carvalho (que é um carvalho in potentia) não quer dizer tirar um carvalho do jardim”. Pág. 273). Cuidado com estes raciocínios! Sementes de carvalho são coisas materiais ou um processo normal da vida na mãe natureza. Embrião, óvulo, espermatozoide, feto e corpo humano também são coisas da vida na mãe natureza.

Agora em cada SER vivo existe sim um Espírito encarnado em evolução. Todo Espírito é criado simples e ignorante e em sua caminhada evolutiva ele passa pelo reino mineral, vegetal, animal, hominal e até angelical, que é um novo reino que está surgindo no Planeta Terra, que está sendo transformado em Céu.

Todo óvulo fertilizado no corpo de uma mulher ou num laboratório irá sim receber um Espírito, que está em sua caminhada evolutiva. E, como semelhante atrai semelhante, então em laboratórios, os óvulos fertilizados recebem espíritos de cientistas, que podem ou não ficarem naqueles estados embrionários por um longo período... Tudo irá depender do processo específico da evolução do Espírito, que teve de iniciar a encarnação naquele óvulo, que se tornou um embrião e que talvez seja eliminado no estado de embrião. (30/09/2012).

(“Fica a pergunta: desde quando a teologia católica conhece uma concentração forçada como o ponto inicial da vida humana?”. Pág. 274). A ciência materialista nunca irá conseguir provar isso. Essa comprovação irá sim ser conseguida quando a Ciência for também espiritualizada.

(“Não existe a menor dúvida de que para o elaborarão de tão refinada teoria a discussão sobre o dogma da “imaculada concepção de Maria”, de 1854, sob Pio IX, teria desempenhado um papel decisivo”. Pág. 274). O dogma da imaculada concepção de Maria está correto, pois muitos espíritos (re)encarnam sem nenhum carma ou pecado. Essa é a grande verdade. Muitos espíritos reencarnaram sem nenhum carma (e então também sem o sofisma do pecado original) em toda a história da humanidade. Cito como exemplos conhecidos: José do Egito, Isaías, Daniel, Maria de Nazaré, Jesus, Francisco de Assis, Clara de Assis, Irmã Dulce da Bahia, Madre Teresa de Calcutá, Francisco Cândido Xavier e muitos outros.

(“Em razão de sua socialização e “curialização” religiosas, trata-se de personalidades que já não são capazes de reconhecer o quanto a Igreja se encontra enferma no seio do próprio sistema romano”. Pág. 277). O que realmente é essa Cúria, que não abre não de nada? No início de 1980 risquei o nome romano da minha religião e depois comecei a pensar na inversão do nome de Roma, que dá AMOR. Inicialmente foi uma pura coincidência, mas depois comecei a inverter alguns ensinamentos bíblicos e católicos, quando comecei a descobrir grandes verdades guardadas secretamente.

Cito aqui o caso da Torre de Babel (Gn 11,1 a 9): separação e divisão, os contrários são UNIÃO e SOMA; procissão de ramos, invertida dá SOMAR. E assim o labirinto da história da vida foi sendo compreendido e esclarecido para mim. É lógico, que fui tendo o auxílio e orientação de muitos espíritos, inclusive do Espírito de Deus.

Acabei de ler este livro. Como conclusão final eu digo: Ainda falta ao Hans Küng uma importante coisa: A VERDADE. Ele e qualquer um que quiser partir à busca da VERDADE deve sim entender-se bem, viver bem, conviver bem com todos.

Depois de ter lido este livro e pensar a respeito de tudo o que vivi até 1980 e após janeiro de 1980, digo que realmente a Espiritualidade dirige tudo. Todos os passos dos seres humanos são controlados, analisados ou até mesmo seguidos por espíritos. Os espíritos também estão caminhando à busca do entendimento, da sabedoria, da Verdade e da Perfeição Total.

No caso do Planeta Terra existe a Espiritualidade ligada ao Planeta Terra e esta Espiritualidade é, em sua maioria, ainda bem atrasada no aspecto do AMOR VERDADEIRO e da VERDADE ABSOLUTA. E assim cada egrégora possui um objetivo comum e também cada espírito ainda possui objetivos individuais e bem secretos.

Quando um espírito, antes de reencarnar, toma uma decisão muito importante, que envolverá a todos, para ser realizada no plano físico, ele então reencarna com a proteção e orientação do Espírito líder do Planeta. E quando chega a hora certa o Espírito líder do Planeta entrega a proteção, direção e orientação ao próprio Espírito de Deus.

E assim pode-se dizer que quando um Espírito fala, utilizando-se dum médium: “Pai, em vossas mãos entrego o meu Espírito”, ele está entregando ao Pai o comando do processo. Foi isso que aconteceu comigo no dia 11/01/1980, quando Jesus, utilizando-se da minha mediunidade, falou, logo após eu ter entrado para o meu quarto ali pelas 20,00 horas, após ter posto a Bíblia no chão e deitado de braços com a testa sobre a Bíblia. Entrei para o quarto orientado fisicamente pelo meu irmão Antonino, quando ele veio com uma Bíblia na mão e me disse:

“Rosário, como você gosta de ler a Bíblia, então entra para o seu quarto e ora em segredo a Deus”, algo bem semelhante ao que está escrito em Mateus 6,6.